Análise – Speed Racer – Filme

Digamos que o filme superou as minhas poucas expectativas que eu tinha antes de entrar na sala de cinema e assistir. Mas, frisando, o filme é bom e vale o ingresso, mas não chega perto de filmaços como Transformers e Batman Begins. Tem outra: como eu não assisti o anime, fui como um expectador comum e não como um fã, o que poderia deixar esta análise bem diferente. Ah, avisando: o texto abaixo tem spoilers!
Primeiro, a parte gráfica do filme é impressionante. No início, vendo o céu parecendo um bitmap de um jogo do Mario, dei uma certa desanimada, até ver as cenas das corridas (e mudar de opinião). Bom, se você procura realismo ao ver o filme, esqueça! Aqui mais parece uma corrida de videogames estilo Mario Kart, onde os corredores querem te ferrar de acordo com todos os meios possíveis, além delas serem bem exageradas e desobedecendo as leis da física!. Os efeitos especiais estão muito bons e o filme corre o risco de ser candidato ao Oscar do ano que vem na categoria de efeitos visuais.
Sobre o enredo, consegui entender pouca coisa, já que fui assistir uma versão dublada. Nada contra dublagens, mas em cinema fica ruim. Preferia o legendado, que conseguiria entender 100% do enredo. Segue a sipnose, que peguei do HQNews:
Nascido para pilotar, Speed é agressivo, instintivo e destemido. Sua real competição é com a memória do irmão que ele idolatrava – o lendário Rex Racer – cuja morte nas pistas deixou um legado que Speed tenta preencher. Quando Speed recusa uma oferta milionária da Royalton Industries para ser seu piloto, ele não só enfurece o maníaco dono da companhia como descobre um segredo: algumas das maiores corridas do circuito estão sendo arranjadas. Se Speed não correr para a Royalton, a Royalton assegurará que o Mach 5 nunca mais atravesse uma linha de chegada. O único jeito de Speed salvar o negócio de sua família é se unir ao rival Corredor X e vencer The Crucible, um ralí que atravessa o país e desafia a morte – a corrida que tomou a vida de seu irmão”.
Bom, o tal rali é a melhor parte do filme, mostrando muitos efeitos legais, vários locais bem diferentes (como uma estrada de gelo e o deserto) e a Trixie pilotando um dos carros! Fora uma surpresa no meio da competição, que não vou revelar, mas que é bem interessante.
Outro ponto que merece atenção é nas lutas corporais, bem no estilo exagerado dos animes o que chega a ser até engraçado. Mas gostei delas!
Quanto aos personagens, não gostei muito do Gorducho. Achei ele bem chato.
Os diretores (os Irmãos Wachoviski) também mostraram algumas cenas em bullet-time, talvez em referência a uma das melhores séries de filmes da atualidade: The Matrix.
Por fim, o filme vale o ingresso ao cinema e alugar na locadora quando ele chegar, o que não deve demorar muito tempo. A análise demorou pra sair já que só ontem que fui ao cinema assistir.
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