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A semana em que quase me desliguei na net no meu tempo livre

livros

O tempo livre que eu uso no computador atualmente uso para apenas uma finalidade: saber as coisas que acontecem no mundo (via sites de notícias como a Globo.com) e ler sobre games/blogar. Então há 2 semanas atrás eu decidi tirar uma licença poética pra fazer o que sempre fazia antigamente mas hoje eu mal faço por causa dos blogs: ler um livro. E os livros escolhidos foram os dois últimos da série Harry Potter.

OK, muitos podem não gostar deste livro e outros podem achar que o livro é infantil, mas eu não estou nem aí. Apesar do foco teen, a carga mitológica e fantasiosa que a J K Rowling conseguiu colocar impressiona, e os dois últimos livros são muito bem escritos. OK, eu vou criar no futuro um post só pra comentar sobre os livros, então eu vou continuar com o foco do post. Como eu tirei uns dias pra ler, eu consegui me desligar totalmente no meu tempo livre. Sem internet, sem blogs, sem acessar notícias e/ou e-mail.

E acredite: até que foi muito bom pra mim. Mesmo eu já ter lido os livros uma vez, vi que basta querer pra eu ficar longe da net. Financeiramente é ruim, já que com isso eu perco visitações nos blogs, mas como os blogs (principalmente este pessoal) não são a minha principal fonte de renda, então acredito que as diferenças não fiquem tão evidentes. Precisava de um descanso das coisas normais, e raramente eu usava o PC durante a leitura dos dois livros. E poderia fazer isso com outros livros, mas no momento eu vou ver se me re-organizo com algumas coisas pra depois eu re-pensar se procuro algo diferente pra ler. Obviamente eu caçaria alguma coisa relacionada com mitologia a atualidade, mas acho difícil eu encontrar alguma coisa tão boa quanto o Harry Potter. Aliás, meu próximo post vou comentar sobre ele e vou ver se paro de deixar esse blog às moscas. 1 a 5 posts por mês está sendo muito pouco. Quero ver se consigo manter pelo menos uns 3 posts por semana, pra deixar vocês ocupados novamente lendo o meu feed!

[Imagens via PaLaVrAs No AvEsSo]

Quando a preguiça e a enrolação prejudicam a minha carreira de blogueiro!

garfield

Este será o post queimação de filme mais impressionante de todos os tempos neste blog! Uma coisa que eu andei reparando ultimamente é que eu tenho uma mentalidade um tanto quanto bizarra. Diferente do que ocorre no meu serviço (onde eu tenho afazeres normais e 8 horas/dia pra fazer sossegadamente e com eficácia) com os blogs eu ando relaxando demais e com isso eu percebi que eu sou um cara enrolado e preguiçoso. Como nos blogs eu não tenho um chefe (mas eu respondo aos leitores. E eles não ligam muito de que eu falte alguns dias pra comentar algo) e tenho pouco tempo disponível, alguns tipos de pautas eu aciono o “deixarei pra depois”. Sério, tem vezes que eu tenho preguiça de escrever e tenho preguiça de fazer algo mais elaborado. Como certos tipos de post eu tenho de mandar rapidamente (senão vira notícia velha) eu passo esse tipo de texto na frente e aquela “análise de game/tutorial/texto gigante e opinativo/desenho pra postar/jogo que quero criar” fica pra depois. Só que como eu sempre faço isso eu vou protelando, protelando até ver que não será mais interessante trabalhar naquele texto. Aí já se passou semanas e o assunto esfriou.

Por exemplo: quando o Diego veio aqui dar uma palestra sobre desenvolvimento de jogos eletrônicos, eu disse pra ele que iria upar os arquivos e as palestras. Só que aí eu acabei enrolando ele (e peço desculpas por isso! Mas acho que ele não ficará bravo :) ) e esta semana ele publicou em seu blog os slides de sua apresentação aqui em Varginha, algo que eu deveria ter feito algumas semanas atrás.

E essa enrolação acaba indo pro Select Game. Eu tenho alguns textos gigantes mas como eu não organizo direito as pautas e não tenho tanto tempo eu vou protelando as pautas mais difíceis (como um preview do novo Splinter Cell pro Xbox 360), preferindo textos mais curtos e mais fáceis de fazer. Uma coisa é preparar um texto com um desenho e editar/colocar marcas dágua. Outra é ver uma notícia qualquer e comentar sobre a mesma, já que aí basta sair escrevendo e revisando pra ter um texto coerente (como este que você está lendo agora!).

Isso é ruim? É, já que ninguém gosta de ficar esperando. Só que como nos blogs os leitores não sabem de antemão qual será o próximo texto, esse problema não é tão grave. É claro que se eu vivesse só disso e estivesse em casa por conta de blogar, acredito que seria bem diferente. Mesmo eu ganhando uma grana boa com os blogs (que ajuda a pagar o mundo de contas que eu tenho atualmente. E olha que eu nem to comprando jogos) eu não levo tanto a sério. Antigamente eu era bem mais ativo, mas eu não tinha um Playstation 3 e tinha apenas 2 blogs pra manter. Agora são 3 blogs e tenho mais coisas no meu tempo livre, o que facilita a preguiça e o protelamento de pautas gigantes dos blogs que eu mantenho. Espero acabar com os posts inacabados e manter uma linha de organização melhor até o final do ano (mas o que eu vivo prometendo acabo não cumprindo, pra variar…).

Pelo menos este texto eu não enrolei pra escrever!

[Imagem via CineSemana]

A morte do Michael Jackson e o efeito Twitter

2 horas. 2 horas foram suficientes pra ver como que uma notícia vira um verdadeiro tsunami de informações e opiniões. Hoje o Twitter é pop. Tão pop que quando eu entrei na conta e fui ver os Tweets (onde o máximo que tinha feito hoje era um bolão do jogo do Brasil) eu só via o povo comentando sobre um assunto: a possível morte do Michael Jackson. Impressionante. Realmente impressionante. Todo mundo comentando, muita gente ligada nos sites internacionais e muitos sites já comentando que ele morreu. Por ser uma celebridade, todo mundo acaba comentando. Até eu acabo comentando aqui, mas o meu foco acaba sendo outro. Dá pra fazer um belo estudo antropológico sobre os efeitos das mídias sociais sobre as pessoas na internet.

Por exemplo: eu vi frases como “O 11 de setembro do pop” (do Pablo Miwazawa), gente dando apoio ou xingamentos à CNN, que, apesar de ser o maior canal de notícias do mundo, muita gente desconfia. Antigamente uma informação demorava um pouco pra chegar ao público, onde a mesma é checada com mais cuidado. Hoje a informação chega instantaneamente e muitos veículos não conseguem confirmar e outros soltam a informação sem checar.

O que dá pra tirar de tudo isso? Simples: 1) O Twitter virou pop e dá pra ver que uma informação de magnitude mundial pode derrubar o site, que hoje tem pagerank 9 (isso mesmo, NOVE), onde apenas os sites mais visitados do mundo chegam a isso. Vide a Wikipédia e o próprio Google. O site está meio lento agora.

2) O povo vai querer comentar nas mídias sociais e em blogs. Daqui a alguns dias vai chover nos feeds informações sobre isso. Opiniões diversas, posts gigantes comentando sobre a vida do cantor, etc etc etc. Então se você acessa blogs pessoais, se prepare!

Agora eu me pergunto: se ele estivesse de boa e bem teria esse fuzuê todo? Não teria. Mas de qualquer jeito deixa aí a minha opinião técnica sobre o assunto. Como fã de música, eu gostava de algumas músicas dele, mas eu não escutava atualmente. E com isso deixo o melhor post sobre o assunto, do apresentador do CQC Marcelo Tas:

M de Música.

E até o fechamento do post a CNN confirmou a morte do cara.

Jornalistas Vs Programadores e a questão de não precisar de diploma pra exercer a profissão

Essa semana um dos assuntos mais comentados por aí (e que ainda renderão muitas discussões) é na questão da derrubada da obrigatoriedade do diploma de jornalismo para exercer a profissão. Bom, não vou ficar por aí discutindo se isso deveria ser feito ou não, mas eu senti uma leve esperança em tentar algo na área.

Algum tempo atrás eu comentei sobre isso e sobre a minha vontade de fazer esse curso e seguir nessa área. Como naquela época, eu continuo blogueiro, consigo pagar parte das minhas contas elevadas com este blog pessoal (os outros 2 não contam. Não tenho tanta visitas neles). Aí acabei ganhando uma certa experiência em cobrir notícias, em falar da área na internet, em ir em eventos (ok, fui em apenas um. Mas fui!) e outros, coisas que um jornalista faz em portais, jornais e revistas. Mas ser um jornalista significa abdicar dos dois maiores valores que construí com este blog: opinião e liberdade. Opinião já que teria de escrever de forma imparcial e sem sal e liberdade já que eu estaria a mercê de editores que iriam regular o que eu escrevo, iriam regular o que eu planejo. Iriam regular o meu modo de trabalho.

Mas o seu emprego atual não faz isso? Ele não te regula? Regula, mas não é a mesma coisa. Por mais que eu tenha obrigação de terminar uma rotina de programação pra entregar pro cliente, eu tenho liberdade de fazer do jeito que eu sei fazer. Sem frescura, sem regulador de código-fonte (mesmo usando metodologias de desenvolvimento, mas isso até um blogueiro faz, executando, por exemplo, técnicas de SEO em seu blog) e sem diploma. Sério, apesar de ser formado, isso não faz muita diferença hoje em dia e mesmo se tivesse uma regulamentação da área (o que já teve também altas discussões sobre isso algum tempo atrás) a definição de uma vaga não leva em consideração um diploma e sim a experiência (isso pra alguns cargos). Os conhecimentos do indivíduo que ele foi adquirindo. Faculdade ajuda sim, mas tem uma frase do Pablo Miwazawa (jornalista de games) que foi bem interessante:

O que vale na conversa são as experiências individuais de cada um. Estudar numa faculdade entrega uma experiência única que não se consegue de nenhuma outra maneira. Se ela não proporciona muito em técnicas ou habilidades, compensa em contatos, em vivência, em cancha (ainda que bem simulada). Já aqueles que conseguem exercer a profissão sem passarem pela faculdade, provavelmente entraram rapidamente na vida profissional e não a largaram mais. Aí, o que conta é o aprender fazendo. Quanto mais experiência da rotina de jornalista, mais técnica, eficiência e manha se consegue. E isso tudo, também não se ensina em faculdade.

É a mesma coisa em qualquer área. É claro que existe uma diferença enorme entre medicina e informática (onde a primeira tem de ter obrigatoriedade do curso. É uma área de risco), mas na informática você pode aprender sozinho e pode, no final das contas, se dar bem sem precisar passar por uma faculdade. Basta estudar. A internet está aí, você tem um mundo de conhecimento à disposição, e você pode fazer um curso preparatório/especializado pra ficar craque naquela área. Exemplo: temos uma vaga pra programador de um banco de dados qualquer numa empresa média. Ela tem dois candidatos, um formado em Ciência da Computação e outro com especialidade naquele banco de dados e que tenha experiência-previa na área. Eu contrataria o especialista, se ele provasse pra mim que sabe aquele banco, o que pode acontecer de forma comum. Nada contra quem é diplomado (eu sou bacharel em Sistemas de Informação. Sou formado!) mas o conhecimento adquirido vale muito mais do que um diploma onde aquele futuro funcionário pode ter passado nas coxas. Eu passei nas coxas em algumas matérias, como sociologia, filosofia, matérias administrativas, redes, mas como eu sou programador e escolhi esta área logo no começo do curso, com isso eu fui me educando paralelamente, estudando linguagens e habilidades de programação no serviço e em casa. E isso qualquer um pode fazer em casa desde a adolescência, estudando e baixando ferramentas pela internet. Mas eu friso: não é a mesma coisa que medicina.

E também trabalho na área há 4 anos e a possibilidade de me contratar por causa da experiência (e de saber a mesma linguagem que a linguagem que será usada no novo emprego) é muito maior. É o aprender fazendo, algo que a faculdade não me ajudou em nada nesse aspecto.

Aí chega a questão da obrigação do diploma. Não sou jornalista, não sei muito bem como é um curso, mas ao analisar a situação atual com blogs, colunas e etc, em minha concepção eu vejo uma possível melhora na área. Só que aí os jornalistas irão concorrer com que fez curso focalizado na área. Como muitos jornalistas não tem conhecimentos específicos e dificilmente irão fazer um curso de informática pra trabalhar como repórter de tecnologia (por exemplo), eles poderão perder a vaga pra quem é diplomado em informática e que pode ser bom com escrita e apuração de informações. Isso é medo. Muito jornalista que está reclamando do fim do diploma pode estar com medo. Medo de perder vaga pra quem se acha entendido de jornalismo mas que tem carga técnica muito maior do que quem tem um diploma em jornalismo. E que com certeza seria muito melhor que um jornalista diplomado.

Hoje quem irá regular é o mercado. Eu vi o Jornal Nacional e perto do final de um dos programas os apresentadores comentaram que a Globo irá continuar buscando profissionais diplomados, já que tem certos conhecimentos que acabam sendo melhor administrados na faculdade. Concordo, mas também concordo que dependendo da área de jornalismo um diploma acaba sendo irrelevante. Aí o que conta acaba sendo a experiência da área e o curso específico.

Agora, sobre eu querer fazer um curso? Bom, depois dessa eu vou é continuar do jeito que estou e continuar com os blogs. Prefiro ter opinião e ser livre, mesmo não tirando muita coisa com blogs de games. Fora isso, também tenho outras aptidões a desenvolver e quero ver se me foco nisso depois. Esperança até que eu tenho de, por exemplo, trabalhar numa revista Edge (por exemplo), mas apenas como colunista de gamedev. Nessa parte acho que me daria bem, pela minha carga de experiência prévia em gamedev (mesmo não tendo nenhum game publicado por aí na internet/por empresas, mas eu tenho capacidade para tal. Só ando com preguiça), por comandar o blog mais lido do país sobre o assunto e por já ser blogueiro de games há mais de 1 ano. Essa é a minha experiência atual e é nela que eu me baseio.

Eu tenho de terminar este texto meio desconexo com a melhor frase da semana sobre esse assunto:

Jornalistas, bem-vindos ao clube. Programadores também não precisam de diploma pra exercer a profissão.

Convivam com isso agora e chega de mimimi. Quem sabe das coisas não tem com o que se preocupar com ter ou não diploma. Eu já estou acostumado com a idéia de ter de concorrer com gente melhor do que eu no mercado de trabalho. E um dos melhores programadores que eu conheço na região não é formado, e sabe muito mais do que eu.

O desânimo no curso de desenho e uma possível decisão radical

Definitivamente o meu foco blogueiro é games. Antes eu postava mais sobre isso aqui, depois que passei pro Select Game o foco e toda a minha atividade bloguística ficou lá. Mas é complicado: manter 3 blogs não é fácil e eu não consigo reunir algo interessante pra postar aqui e manter este blog atualizado, apesar de ter mantido praticamente quase todos os leitores.

Mas isso você já sabe. Eu já disse antes sobre a minha mudança de ares e a profissionalização do Select game, que está crescendo a passos curtos, mas significativos. O que você não sabe é que eu ando passando por um bom aperto, o que pode acarretar numa decisão radical.

Decisão radical que no momento surgiram duas, sendo que uma delas será o tema deste post: a primeira é sobre o meu curso de desenho. Até o final do ano passado eu era viciado em desenho. Postava sobre isso direto, ia na aula e ficava até o final da aula, até desenhava direto em casa, de noite. Tinha até comprado uma luminária pequena pra desenhar de noite, mesmo sabendo que isso forçaria um pouco a minha vista. Mas eu gostava, e ignorava possíveis problemas. Nessa época eu avancei em técnica, e queria mexer com character design pra games.

Virou o ano, tive férias do curso e aí começou o meu desânimo. Quando voltou o curso eu comecei a ir pouco na aula, saia todo dia mais cedo, faltava muitas aulas pra fazer outras coisas (como cobrir a E3 no Select Game e ir em palestras da minha ex-faculdade), comprei um Playstation 3 e nesse meio tempo eu abri o novo blog e fui investindo o meu tempo nele. Antes eu conseguia dividir os desenhos com games já que isso era uma pauta do dia a considerar, e com isso eu postaba um ou outro desenho aqui. E sei que o povo não ligava muito e não me xingava, já que aqui tem pessoas que gostam de artes e gente que gosta de games e não gosta dos meus desenhos.Isso é normal.

E aí com isso também eu ficava chateado e com raiva. Os paraquedistas entram aqui e postam algo como “você desenha mal, não deveria postar as coisas num site”. Tudo bem, mas a maioria desses leitores-salsinhas não sabiam que eu usava o blog como arma pra mostrar a minha evolução em desenho. Os desenhos antigos são bons? Não, mas são o que eu fazia de melhor na época. Hoje estou bem melhor, mas ainda assim estou desanimado.

Desenho é algo difícil e com isso você não vê por aí a receita do bolo. Eu tenho um bom número de visitas neste assunto já que o povo procura desenhos pra tentar copiar e tentar aprender, tanto por hobby quanto por necessidade. Publicitários, por exemplo, só tem a ganhar se eles aprendessem a desenhar, o que melhoraria a parte salarial e o publicitário poderia ter uma habilidade e mais pra fazer uma propaganda.

OBS: não estou xingando a profissão por causa disso. Só estou comentando uma vantagem que o profissional poderia ter. Saber bem como divulgar um produto é essencial, mas se o cara soubesse mais a parte artística ele poderia se dar bem.

Voltando: Não acho errado o povo procuram já que eu também fazia isso de vez em quando. Só acho errado o povo tentar procurar um e-book pirata ou tentar aprender sem precisar investir dinheiro. Um curso presencial poderia ser interessante, que é o que eu faço atualmente. Eu vou na aula, tenho contato com mais pessoas interessadas, discutimos técnicas, nos divertimos, e fico desenhando. Isso numa aula onde o professor passa as manhas. Alguém que é formado nisso. O meu professor tem mais de 20 anos de experiência, o que não é pouco.

Só que ainda assim eu ando desanimado. E pensando em sair, mas se eu sair, eu irei perder todo o meu investimento que gastei até aqui, tanto na parte financeira quanto no investimento de tempo que eu gastei. Fora que eu só estou desenhando em aula, o que é ruim, por não treinar em casa e por não evoluir como deveria. Se eu fosse mais atencioso e treinasse muito, eu estaria muito melhor que hoje e já poderia esboçar desenhos próprios, sem cópias, ou estar bom com algum software de pintura como o Painter. Mas isso ainda pode demorar, caso eu continue no curso. Como eu ando emperrado num desenho que comecei a fazer em A3 (sendo que só terminei os traços hoje! Eu devo ter demorado uns 3 meses, isso porquê eu ando enrolando. E ainda falta colorir…), eu não sei o que fazer. Só sei que quando eu terminar mesmo, aí sim voltarei à normalidade e poderei voltar à sequência normal do curso, fazendo anatomias de mangá e outras coisas.

Só que não quero ser radical a ponto de sair do curso por causa de blogs e de videogame. Eu não posso tomar uma decisão precipitada. E ainda posso evoluir muito, mas ainda assim eu ando muito desanimado em ir na aula. Vamos ver o que pode acontecer nas próximas semanas, já que como eu terminei o desenho, quem sabe eu anime mais com isso. Só sei que como tenho uma aula pra repor, irei no curso amanhã, quinta e sexta-feira. Vamos ver se eu consigo me animar e continuar com o curso como deveria, e trazer mais alguns desenhos pra postar aqui, como eu fazia antes.

Quando os blogs deixam de ser atualizados

Tudo na vida tem começo e fim. Nada, nada é pra sempre. Apesar de que nos museus terem objetos antigos e preservados, daqui a alguns milhões de anos talvez não reste mais nada, com o colapso do Sistema Solar. E isso também acontece com a maioria dos blogs. Com as facilidades da internet e do registro de domínios e de criação de blogs como se fosse contas de e-mail facilitaram para a proliferação de trocentos blogs diferentes, de todos os assuntos. Eu mesmo quando vejo um blog novo e bom eu sempre adiciono no RSS. Se tem infos interessantes, eu dou uma parada para ler. Se não tem, eu passo, já que a quantidade de feeds que recebo é absurda. O ruim é que com isso eu deixo de fazer coisas mais importantes.

Então hoje eu decidi radicalizar: comecei com o apagamento de muitos feeds aqui. A maioria são feeds que, de uns tempos para cá, pararam de serem atualizados. Talvez o autor pode ter cansado, já que muitos abrem blogs e depois que percebem que não dá pra concorrer com gente grande, acaba desanimando. Outros abrem blogs do Blogspot para tentarem uma graninha do Adsense e depois de um tempo acabam desanimando também. Outros desistem dos blogs pessoais e entram para uma equipe de um site novo/site antigo que ele comentava muito nos comentários. Manter um blog hoje é se dedicar durante muito tempo, no começo sem retorno financeiro e sem retorno de feedback (comentários nos posts), e depois de alguns meses que começam a aparecer gente interessada no blog.

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Guerra contra hotlinks

Tem algumas coisas que não suporto: copiar textos inteiros e fazer hotlinks. No caso de textos, gosto que façam uma citação, já que quero sempre ver a outra opinião do blogueiro. Já os hotlinks eu prefiro que re-hospede as imagens. Hoje mais um blog fez hotlinks do post do Cloud em Lego e tive de perder meu tempo e fazer isso:

Como as imagens foram redimensionadas no código, elas ficaram distorcidas. Então segue a imagem com a formatação correta:

Eu não ligo se copiarem imagens que eu posto aqui em seu site (desde que não sejam os meus desenhos, salvo se tiver uma opinião nova e citar a fonte), já que eu também copio de outros sites (e posto a fonte). Mas por favor, RE-HOSPEDEM as imagens!!! Eu gasto 30 reais por mês só pra manter o blog e no ano passado, por sorte, não precisei cancelar o meu provedor e migrar o site para uma conta mais poderosa, já que estava chegando na capacidade máxima do serviço que eu pago! Eu gasto, atualmente, entre 90 e 100 gigabytes de banda por mês. Alguns podem achar pouco, mas mas não é. Quase 100 GB é muito e tem muito provedor que não tem essa capacidade. Fora que muitos sites bons como o Meiobit devem passar fácil da casa de 1 terabyte de transferência mensal, já que o número de acessos e de imagens devem ser grandes (também, eles tem mais de 20 mil leitores só no RSS. Um número elevado). Fazer hotlinks (colocar a imagem direto) é muito ruim, já que não são eles que pagam o gasto que tenho com o site.

E pelo que eu sei tem site bom de games (não vou citar o nome, mas acho que o webmaster deve ler o meu blog, já que já entrou em contato comigo por email esses dias. o site é dedicado a Nintendo) fazendo isso. Poxa vida: custa muito colocar num ImageShack, num Photobucket ou mesmo colocar no próprio site?

O blog que detonei acima é no Wordpress.com. O serviço oferece 3 GIGABYTES de espaço e ainda pegam banda de otros blogueiros. É foda.

Novamente sobre a questão da pirataria

Tava lendo este texto do Dori Prata sobre pirataria nos games, um assunto até então batido, onde muita gente usa games piratas, outros só preferem originais, etc etc etc. Primeiro, admito que uso games piratas. É claro que a maioria dos leitores, ao ler um texto como o do Tony Hawk 2 já saberia disso, por ser um jogo antigo. Se é difícil de arrumar original, eu não sei, já que não consultei o Play-Asia pra ver se tem o game pra vender. Mas hoje não vejo tanta necessidade de adquirir um game original pro primeiro Playstation. Já o segundo e o PS3 as coisas são diferentes.

Eu tento mudar um pouco a situação. Este mês mesmo comprei DOIS games originais, totalizando quase 300 reais em compras. É muito? É, já que o meu salário não é lá essas coisas. Então tento fazer aos poucos, já que comprar um game de mais de 200 reais é foda.

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Milagre não. Competência e sorte!

O assunto da semana por aí nos principais sites de notícia do mundo é a queda de um avião no rio Hudson, rio que circunda a ilha de Manhattan e que está presente também em Metal Gear Solid 2 (não poderia deixar de comentar isso :P ). Todo mundo sobreviveu (ainda bem!). E pelo que andei lendo no Contraditorium, alguns sites estão chamando o pouso de emergência num milagre dos céus! Que as mãos do piloto foram guiadas por uma entidade maior…

Milagre dos céus que guiou o piloto? Tá bom…desculpe se você tem religião, mas eu discordo. Não houve milagre algum. Como o Cardoso disse, foi competência do piloto, um cara com muita experiência. Também houve sorte. Sorte de ter um rio para amenizar a queda, já que se fosse em terra, a possibilidade de não haver sobreviventes seria muito maior. E pousar com sucesso em terra sem os dois motores seria bem mais difícil (talvez impossível).

E para evitar pássaros passeando pelos céus perto dos aviões, os aeroportos americanos devem usar algumas táticas, como o uso de aves de rapina para caçar aves menores.

E o ranking do BlogBlogs…

…deixou de ser relevante. Aliás, sinceramente eu não estava mais me preocupando com ele.

Não entendeu? Leia primeiro este post do Cardoso:

Eu não quero brincar então estou saindo do play

Basicamente ele conta sobre um meme onde muitos blogueiros de blogs não tão relevantes conseguiram subir de ranking no BlogBlogs, que eu considerava uma referência para blogs no Brasil. Eles foram se linkando e com isso conseguiram burlar o sistema (?!?), baseado em links de outros blogs.

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