Posts tagged Final Fantasy X
Desenho – Yuna (canetinha)
Aug 31st
Depois do FanArt da Rinoa, outro fan-art que eu cheguei a fazer alguns meses atrás é a Yuna, de Final Fantasy X. Acima temos então a versão canetinha da mesma, que ficou com um resultado satisfatório nos traços do rosto e ficou com um resultado mediano nos olhos.
Eu poderia refazer a mesma, mas por enquanto vou deixar queto e apenas colorir o desenho acima pra depois pensar em refazer certos desenhos ou novas versões dos desenhos anteriores.
Brincando com o Irfanview
Mar 4th
Conversando com o Ricardo Rinaldi hoje, ele comentou sobre as minhas imagens e que eu deveria diminuir o contraste para os traços ficassem mais nítidos. O Felipe, colega do meu curso de desenho e que visita este blog de vez em quando, também chegou a comentar isso por alto um dia desses. Então perguntei ao Ricardo se ele sabia fazer isso no Gimp, mas ele não sabia. Então abri o Irfanview e fui caçar no software se tinha esse recurso, e consegui encontrar. Então decidi fazer um teste, e ficou bem satisfatório:
Então reparei que o mesmo tinha duas opções (das várias que tinham lá) diferentes: Negative e Enhance Colors. Tentei primeiro a negative e me surpreendi: ele gerava a imagem como se fosse um negativo de um filme de uma câmera tradicional. Podem me chamar de noob, mas eu não conhecia este recurso. Eu só conhecia algumas opções no Script-Fu do Gimp, mas fazia muito tempo que não mexia nelas. Também fiz alguns testes:
Também peguei a casa rural e deixei com negativo, mas também mudei o contraste e o resultado foi animador:
Agora vem a parte mais impressionante dos meus testes. Peguei então uma imagem da Yuna e fiquei mudando o tom das cores na opção Enhance Colors. Mudei um pouco e ficou assim (a da esquerda é a original):
Beleza, então decidi transformar a imagem resultante num negativo, e o resultado é impressionante:
Simplesmente babei na hora. E nem sabia que um software tão simples como o Irfanview tivesse esse recurso. OK, mandei essa imagem pro Dee-Jay e ele criou outra, igualmente impressionante, usando efeito de bico-de-pena no Microsoft Photo Editor:
Por fim, me toquei mais uma vez do tamanho da área da informática dedicada à edição de imagens. Eu não sigo muito por esta área por falta de tempo e por ter escolhido a área de gamedev, mesmo sabendo que na área é necessário saber editar imagens (caso você faça tudo sozinho ou numa equipe pequena). E não é muito difícil aprender um Photoshop da vida, basta ter tempo e dedicação. E se tiver dons artísticos ou quiser aprender um curso de desenho, pode até facilitar no futuro.
Desenho – Yuna (Final Fantasy X)
Feb 10th
Finalizado! Admito que o da Rinoa ficou melhor, mas o dela pareceu mais fácil. E pelo que o meu professor falou, eu ralei mais por causa do tamanho e por não ter feito boca e nem olhos ainda (tenho essa etapa para fazer no curso). Realmente eu ralei para fazer a boca dela, e o nariz não deu para fazer direito já que teria de sombrear, e ainda não estou nesta etapa.
O desenho foi baseado nesta artwork e o tempo total de criação foi de 4h30. Este também teve um mini making-of. Confira a primeira e a segunda parte.
Desenhando a Yuna – Parte 02
Feb 9th
O desenho está praticamente finalizado (ele foi baseado nesta imagem), faltando só alguns ajustes na boca. O estilo do traço foi idéia do professor de desenho.
Por enquanto, já tenho 3h40 de tempo. Acredito que até o final de domingo eu termino ela.
Diário Gamer 01 – Final Fantasy X
Feb 5th
Encontro de Tidus com Rikku. Fonte: IGN.
Vamos a mais um tipo de post que estou estreando aqui no blog: o Diário Gamer, onde vou postar, com regularidade, relatos dos games que estou jogando, e etc. Sei que muitos não vão gostar, mas eu não estou ligando muito para isto. Eu já pensei em fazer isso, mas larguei mão e depois que andei lendo o Vida de Gamer, decidi colocar este texto em prática.
Neste carnaval muitos conseguem jogar muito já que alguns não tem o trabalho para ir e para matar o tédio (caso eles não tenham ido pra farra) pegam um ou outro jogo para se distraírem. Tudo bem que eu tenho a internet, mas também tenho o videogame. O jogo escolhido foi o Final Fantasy X, onde estou chegando nas 20 horas de jogo. Então se você ainda não jogou e pretende jogar um dia, pare de ler o texto por aqui e troque de página (ou de post).
Ontem cheguei numa cidade chamada Guadosalam, e o Master Seymour pede a Yuna em casamento! Enquanto ela pensa a respeito, outros eventos ocorrem e cheguei em Farplane (segundo as pesquisas que fiz para este post é o local onde enviam os mortos), onde vi uma das animações mais espetaculares do jogo, que mostra o céu formando um rodamoinho de nuvens e depois uma série de cataratas. É impossível descrever a cena, vocês tem que ver para sentir a beleza da mesma:
[youtube]iXoyDkynfgg[/youtube]
Agora, se a Yuna vai casar com o Seymour, isso não sei, mas pelo que andei vendo, esse cara não parece ser gente boa. Mas isso que é bom jogar sem detonados: você não sabe o que vai acontecer depois que você chega numa cidade, e acaba tomando um baque dependendo do trecho do enredo.
Agora cheguei em Thunder Plains, e este cenário me lembrou a expansão Espiral Temporal do Magic, onde algumas das cartas vermelhas tem pilares de pedra (montanhas):

Imagem (conceitual?) de Thunder Plains. Fonte: Final Fantasy Compendium

Imagem de uma montanha da expansão Espiral Temporal (carta de Magic – The Gathering). Fonte: Gatherer.
Esse local promete um desafio ímpar já que vira e mexe o Tidus é acertado por um raio e regride algum pedaço do local, fora as batalhas aleatórias e o sistema de melhora de armas, que aliás, merecem um texto a parte. Quem sabe no próximo post do Diário Gamer!
Desenhando a Yuna – Parte 01
Feb 1st
Comecei com o desenho da Yuna, como postei aqui. Decidi fazer ela primeiro por ser mais fácil:
Está claro os traços já que ainda não terminei. Mas dá para ver eles. Desse desenho, o mais difícil foi fazer os ombros e os olhos. Tentei esboçar uma boca, mas não consegui fazer direito. Vou ver se posto mais uma parte antes da imagem final. Por enquanto também não irei colorir, já que ainda não tenho conhecimento desse tipo de técnica (ainda).
Este desenho demorou 1h40 para ser feito.
Diferenças entre CGs e imagens ingame
Jan 21st
Vamos a explicação básica que responde as dúvidas de vários leitores deste blog: as diferenças entre as CGs e as imagens ingame nos jogos eletrônicos. Acredito que as pessoas que confundem pode não conhecer as definições de CG. CG, para mim, são aquelas animações altamente trabalhadas de diversos games, que não usam os gráficos do jogo. O nome correto e usado pela indústria de jogos é cinematic: animação não-interativa. Por exemplo, qualquer filme de animação da Pixar é CG. Quem usa muito esse recurso é a Square-Enix, que usa tanto que ela está no estado da arte deste tipo de animação: não tem pra ninguém! Apesar de vermos animações como a abertura de Onimusha 3, que possui um nível espetacular de detalhes e ação, é a Square que consegue tirar leite de pedra.
Mas é claro que para vocês entenderem, veja uma diferença entre uma CG e os gráficos do jogo. À esquerda, uma screenshot de uma das CGs de Final Fantasy VIII, para o Playstation, e à direita uma imagem ingame (do próprio jogo):
Achou a diferença gritante? Sim, já que estamos falando de um jogo de 1999 para o Playstation. Só que de lá pra cá os gráficos deram uma boa melhorada. Vamos usar agora o Final Fantasy X como exemplo:
À esquerda, uma screenshot de uma CG do jogo. E ao lados os gráficos ingame (gráficos do jogo). Hoje, com os videogames atuais, as CGs altamente trabalhadas estão deixando de ser necessárias, já que dá pra criar uma cena de ação com os gráficos do próprio jogo, já que economiza um bocado de memória que pode ser usado. É claro que hoje espaço não é mais justificativa por causa do tamanho dos DVDs, mas ainda assim surgem games que ultrapassam o tamanho dos mesmos: Heavenly Sword tem mais de 10 GB de áudio! Além disso, uma camada do Blue-ray (mídia usada pela Sony no Playstation 3) cabe 25 GB, o que é um espaço consideravelmente alto, e com certeza a Square vai usufruir de todo este espaço pros seus próximos RPGs!
Falando tecnicamente (sou estudante de gamedev!), é mais fácil você setar os movimentos dos modelos 3D dos personagens para criar uma cena animada (machinima?) do que setar isso num software 3D e renderizar. Ainda assim, nós, desenvolvedores indie, ralaríamos para criar uma animação complexa, já que demandaria um tempo enorme, teríamos de dublar, editar, além da demora em renderizar a cena, que pode demorar vários dias (eu não to brincando!) com o computador ligado só para isto. Fica praticamente inviável!
Voltemos ao assunto do artigo: hoje, com o poder do Playstation 3 do Xbox 360, os gráficos do jogo estão chegando próximos das próprias CGs! Vamos agora usar o Final Fantasy XIII, onde à direita temos o gráfico do jogo:
Existe diferença? Praticamente não. Acredito que em duas ou 3 gerações de games talvez estejamos jogando uma CG, mas acredito que até lá talvez as CGs estarão tão evoluídas que vai parecer que foi filmado com câmeras digitais. Pode parecer impossível, mas a tecnologia está caminhando para isto. Fora que podem surgir outros modos de imersão em games que possam trazer uma diversão ainda maior e mais realista a estes games. Espero estar vivo até lá e com este blog em funcionamento (meio difícil, mas nunca se sabe!).
Agora, se você tiver dúvidas quanto a esta diferença, faça um comentário que eu ou outros leitores possam ajudar você com isso.
Créditos das imagens: UOL Jogos, Forever Fantasy, FF-XIII.net, Final Fantasy Online
Primeiras impressões – Final Fantasy X
Jul 17th
Adquiri mais um game (e com isso vou demorar para terminar o Splinter Cell – Chaos Theory): Final Fantasy X, o primeiro Final Fantasy da geração do Playstation 2. É claro que é difícil avaliar as primeiras horas de um Final Fantasy, principalmente quando você joga primeiro o Final Fantasy XII, que, em teoria, é melhor do que o X, tanto na parte gráfica quanto no sistema de jogo.
Também, falar de Final Fantasy é difícil, já que este game possui muitos fãs, e falar qualquer coisa pode gerar discussões. De vez em quando é bom arriscar
Neste caso vou fazer um pouco diferente e pegar algumas frases da análise do game no UOL Jogos, para complementar um pouco este post.
Basicamente, o game quebra aquele paradigma New Game – Animação em CG (animação 3D). Tudo bem que neste caso eu to comparando com os Final Fantasy anteriores, e isso já é um baque para quem não está acostumado (posteriormente em Final Fantasy XII voltou ao velho esquema de assistir uma animação em CG logo de cara). O início é um pouco estranho e mostra alguns personagens, como a Yuna (uma das personagens mais gatas que já vi nos games! Mas não comprei o game só por causa dela). Depois, o game vai para outro momento, onde Tidus, o personagem principal, está próximo de entrar num jogo estranho, já que ele é um atleta. Durante a partida (e aí entra uma cena CG, que a Square-Enix consegue criar muito bem
), aparece uma bola gigante, feita de água (???), que começa a destruir a cidade.
Sinceramente, eu não entendi muito bem esta parte do enredo do game, e recomendo jogar o próprio para você tentar entender, já que tentar explicar com palavras o enredo do mesmo (pelo menos o início) é complicado, já que você pode não entender só lendo esta análise inicial.
Depois de mais alguns acontecimentos no game (onde você enfrenta algumas batalhas), você acaba sendo arremessado 1000 anos no futuro. Segue um trecho do UOL Jogos:
A história é simples: você controla Tidus, um esportista profissional de um mundo tecnológico que é arremessado por uma figura misteriosa para 1000 anos no futuro – onde tudo que ele conhece foi destruído. Junto com seus novos amigos ele deve descobrir mais sobre a terrível ameaça Sin, e descobrir mais sobre seu pai. Talvez o maior choque seja a narrativa em flashback: o jogo começa em um ponto avançado, e tudo que os protagonistas fazem é acompanhado pela narrativa de quem já sabe de toda a história. Isso apenas confirma a tendência da série, que cada vez se concentra mais na parte não-interativa do que no jogo em si – cabe a você decidir se isso é o que você esperava ou não.
Vamos falar então da parte técnica do game. Graficamente, o game é muito bonito, e era o que eu esperava de um game desse tipo, considerando a época do seu lançamento. Já o sistema de batalhas, até onde eu vi (cheguei até a parte onde o game explica a Sphere Grid) é o clássico sistema de turnos, presente em outros Final Fantasy, com os personagens parados nas batalhas, esperando a sua vez de agir (mas, pelo que percebi, não tem aquela barra de tempo).
Já a câmera apenas acompanha o personagem, e varia um pouco a sua posição. Nesse caso, fiquei com falta do estilo presente em Final Fantasy XII, onde você poderia girar a mesma, aumentando a diversão (e deixando a jogabilidade e a mecânica de jogo mais fácil).
Os efeitos sonoros são um show a parte. Uma das coisas mais lembradas pelos jogadores de Final Fantasy é a sua música, e neste caso elas, até onde eu joguei, estão satisfatórias e na maior parte das vezes se casa perfeitamente com o cenário do jogo. Já as falas, elas são quase todas faladas (para quem está acostumado não é novidade nenhuma, mas na época deu uma boa impressão), mas é estranho ver elas como se fossem uma legenda de um filme, e achei que o game seria similar aos anteriores, com os balões na tela.
Pelo que andei lendo na análise do UOL Jogos, não tem mais o sistema de experiência. Você ganhará APs nas batalhas, mas como eu ganhei em apenas uma batalha (não joguei o game inteiro!), nem percebi isso direito. E esses APs servirão para destravar habilidades na Sphere Grid. Para saber mais informações sobre isso, recomendo ler a análise do UOL Jogos.
Para terminar, acredito que o jogo vai me trazer muita diversão, mas uma análise completa do mesmo deve demora alguns meses para sair, já que não sou um jogador hardcore que joga um game direto. Melhor assim, já que poderei aproveitar melhor o game aos poucos. É claro que devo ir alternando com o Chaos Theory e o Final Fantasy XII, mas não tenho pressa. Durante o desenrolar do game, posso criar outros textos aqui sobre o game aqui no blog (como já ando fazendo com o Chaos Theory, nos posts Splinter Cell – Chaos Theory: Os tipos de objetivos nas missões e Bizarrices de Splinter Cell – Chaos Theory). Por enquanto, caso tenha um PS2, recomendo jogar este game.















