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Diário Gamer 08 – Final Fantasy XII

Bom, esta edição do Diário Gamer não tem relatos de jogatina, mas como diário é diário ( :P ), tenho de postar também algumas coisas que ando adquirindo por aí. Já faz algum tempo que eu comprei o Final Fantasy XII original e é o primeiro de uma série de games originais que tentarei adquirir aos poucos pro Playstation 2. Não quer dizer que eu não goste de adquirir, mas convenhamos: um jogo original é, algumas vezes, bem caro por causa dos impostos de importação e não dá pra adquirir muitos deles. E como recentemente ando me preparando pra adquirir um console novo, o meu orçamento mensal vai ficar estourado e terei de focar meus gastos pra pagar as prestações do aparelho e de possíveis outros games original deste novo console (fora as outras contas normais, como o meu monitor de LCD e uma cadeira nova).

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4ª melhor abertura de games – Final Fantasy XII

Vamos a quarta melhor abertura de games que eu já vi na minha vida de gamer. E desta vez até o final da lista são aberturas que são mostradas depois que o jogo se inicia. A quarta abertura é de Final Fantasy XII, que, até o momento, ainda não terminei, já que estou numa cruzada para conseguir evoluir os personagens até o nível 80 (quem sabe evoluir mais ainda) e conseguir ter alguma chance de derrotar Yazmiat, que pode entrar no meu Top 10 de inimigos super-difíceis dos games (já que o monstro tem mais de 50 milhões de pontos de vida!).

Vejam a abertura:

[youtube]Y3e45zq-OCY[/youtube]

 

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É claro que, como disse no post sobre a abertura de Metal Gear Solid, vocês podem não concordar com a minha opinião. Sobre a cena, além dela ser dublada e em CG (e isso era raro alguns anos atrás nos games da Square-Enix) tem muita ação e mostra a evolução da técnica de CG que eles usam. Não dá pra negar que a Square se tornou especialista nesse tipo de animação. Ela é praticamente a Pixar dos games, embora hoje qualquer produtora de comerciais consegue criar uma animação similar (mas tem que ter muitos recursos, tanto financeiros, artísticos e tempo), mas parece que a Square é quase unanimidade no quesito animação 3D em games.

Além disso, na maioria das imagens que aparecem de Final Fantasy XIII, chuto que sejam cenas em CG, já que o nível da modelagem é tão alto que fica difícil acreditar que seja gráficos in-game (como muitos dizem nos fóruns e sites):

Quanto ao jogo em si, também merece uma análise própria. E enquanto ela não vem, visite os reviews do UOL Jogos e do Romulo.

A questão dos detonados e dos enredos dos games

Existem games que você não consegue jogar sem a ajuda de fatores externos. Dois desses fatores externos são as dicas do games e os detonados (estratégias), que são, pelo menos na minha opinião, o principal fator de venda de revistas sobre jogos eletrônicos. De vez em quando também saem guias oficiais dos games, para algum usuário comprar, se tiver interesse.

A desvantagem é a diversão ser limada por causa desses detonados, mas tem games que você não consegue avançar sem a ajuda desses guias. Talvez os desenvolvedores tenham errado a mão em certo trecho, e o mesmo ficou difícil demais, forçando o jogador a procurar dicas em revistas antigas (caso ele compre uma publicação todos os meses) ou pela internet (mais comum atualmente, e mais rápido).

Um dos melhores sites nesse quesito é o Gamefaqs, que tem muitas dicas para quem quiser procurar algo sobre o game na qual o jogador esteja se divertindo atualmente. Tudo bem que depois que ele termina o mesmo, a surpresa acaba, quando o jogador decide jogar pela segunda vez o mesmo game. Em RPGs como a série Final Fantasy, um jogador decide re-zerar o mesmo para destrinchar de vez o game, já que na primeira vez, ele vai conhecendo o enredo, a sua história, e aproveita melhor a diversão. Ruim vai ser para quem for tentar zerar novamente o Final Fantasy XII, que é, até o momento, o game com maior duração que já joguei (games com início, meio e fim, e não os games online, como os MMORPGS, que teoricamente não tem fim): mais de 100 horas de duração.

Mas quando que a gente pode usar os detonados? Se, em blogs, a gente fala de um game em um post normal, sempre tem algum usuário que pergunta sobre sites onde tem detonados do game. Em fóruns de discussão, os tópicos com dicas são enormes onde os usuários pedem ajuda em certos trechos. Por exemplo: no UOL Jogos, um tópico sobre o Final Fantasy XII tem mais de 200 páginas, onde os membros postam pedindo ajuda em certos trechos do jogo.

Vale a pena o jogador souber o que vai acontecer depois num game? Ou a diversão é justamente a mecânica de jogo, deixando de lado o seu enredo?

Cada jogo é um jogo. Muitos games tem o enredo como fator principal de diversão, e outros não. O Splinter Cell por exemplo, tem um enredo mediano, mas o que importa no jogo são as missões, onde o jogador é testado (já que o nível de dificuldade, pelo menos no primeiro game, é elevado). Apesar do enredo ser importante nesse tipo de jogo (para que o jogador possa entender porquê que certo local deve ser invadido), ele é praticamente deixado de lado pelo jogador.

Muitos jogadores falam que os Final Fantasy tem um enredo excelente, etc etc. Mas você, que já jogou, já prestou atenção no enredo do jogo? Confesso que eu não consegui entender 10% de toda a história do Final Fantasy XII, mas consegui me divertir com o jogo (até certo ponto, já que agora to na fase de evoluir, evoluir, para enfrentar os inimigos mais fortes do game, e tá sendo uma tarefa chata e monótona). Tirando a parte sobrenatural, o Metal Gear Solid é, por enquanto, uma das melhores histórias dos games, que mistura genética, guerra e ficção para criar o seu enredo. Outro game famoso pelo enredo é Final Fantasy VII, que, segundo a maioria dos jogadores, é o melhor enredo de toda a série.

Hoje, a maior parte dos jogadores só se preocupam com gráficos (eu inclusive, mas não me procupo apenas com os gráficos), mas também tem muitos usuários que querem jogar um game divertido, não importa o quão potente seja o gráfico deste jogo. E ter um game com um enredo, com reviravoltas, que atice o jogador a ir jogando até ele descobrir o que acontece é difícil. E nesse caso ele não poderá usar guias de games. Só recomendo o uso deles depois que ele concluiu o mesmo, para jogar novamente e tentar completar 100% do jogo.

Fafnir derrotado!

Às 11h54 da manhã do dia 11/02/2007 (algumas horas atrás) entra para a história da minha vida pessoal por ter conseguido derrotar, depois de muito custo, dedicação, itens perdidos e muitas tentativas anteriores frustradas, o inimigo Fafnir (foto ao lado, no fundo da imagem), um dos hunts (caçadas) do game Final Fantasy XII. Acho que devo ter demorado mais de meia hora para derrotar ele. E, pelo que vi agora neste link (eu escrevi parte deste post num caderno lá pelo meio dia e meia, e só agora eu estou digitando no Word para passar pro blog), ele tem mais de UM MILHÃO de pontos de vida. Na hora que eu enfrentei, eu achava que ele tinha uns 300 mil pontos de vida, mas um milhão? É foda! E ele é o inimigo mais forte do jogo até aqui (e eu parei em Pharos, Third Ascent, a última dungeon gigante do game antes do mapa final).

O Fafnir é um dragão branco que vive em Paramina Rift. Eu nunca tinha visto um inimigo tão forte e tão poderoso neste jogo! Ele usava ataques poderosos como Shock (mais de 4000 de dano em um personagem), White Breath, que causa mais de 3000 de dano em todos (os que estivessem na reta do assopro), além de causar vários Status negativo, como Stop e Sleep, Rake, onde o desgraçado pode fazer vários hits e acabar com um personagem (mesmo se você tiver uma quantidade elevada de pontos de vida e mesmo se você tentar ficar na frente dele para receber o dano (suicida, não!)).

Quando for enfrentá-lo, evolua muito (mas muito mesmo!) antes. Eu matei ele com Reddas e com todos os personagens no level 59. Usei e abusei da magia Bubble, que dobra o HP, configurei os Gambits para curar com Curaja (quando o HP vai abaixo dos 50%), muitos itens de cura (X-Potions) e muitos itens de cura de status (vá com mais de 50 com todos os itens possíveis, mesmo que você não use. Você pode guardar pra usar depois contra outros oponentes (pelo que eu vi ele somente causa Stop, Silence e Sleep)). Além dos gambits normais, configure para, quando der KO, usar Phoenix Down, já que o item eu acho mais rápido que a magia Arise (que ressuscita e cura tudo). E coloque o ítem Sage’s Ring para que o personagem gaste metade do MP. E com isso, você pode descer a pancada nele! Não recomendo em hipótese alguma usar Quickenings, já que você vai usar muito o MP para se curar nas batalhas com ele.

É claro que tudo que postei acima são dicas. Você escolhe o meio de derrotá-lo. Mas acredite, é um inimigo muito foda e difícil. E pelo que li no link acima, sei que vou encontrar inimigos mais poderosos e com HP maior, mas esse entra pro Hall dos super-inimigos que já enfrentei em todos os RPGs que já joguei!

[Imagem via GamePressure]

Final Fantasy XII – Revenant Wings

Novo jogo saindo da série Final Fantasy (e pro Nintendo DS, infelizmente…). O jogo vai mostrar o que acontece antes do Final Fantasy XII. E abaixo tem algumas imagens artísticas do game (que achei impressionante. Pena eu não poder ver estes cenários no Final Fantasy XII (já que eu estou nas últimas dungeons do game e sei que estou próximo de zerar o game)). Confira:

 

Playstation 2 e Final Fantasy XII

Uma das logos do Playstation 2Finalmente! Depois de praticamente 4 anos por fora de uma geração de videogames (só joguei poucos jogos no PC, como o Splinter Cell, Need For Speed Underground 1 e 2, Most Wanted, e outros), finalmente consegui comprar, no dia 27 de dezembro de 2006 um dos meus sonhos de consumo! Um Playstation 2 (versão Slim). E depois de uma verdadeira guerra entre as lojas (onde eu perguntava o preço em uma, ia em outra, etc etc. Típico de um consumidor que quer algo mais barato e com mais facilidades de pagamento), eu escolhi uma loja desconhecida, mas que estava vendendo o videogame mais em conta: 750 reais (sim, é caro para muita gente, mas aqui em Varginha foi o lugar mais barato que encontrei), e aproveitei e fui em outra loja adquirir 3 jogos. Me decepcionei com um deles, que foi o Metal Gear Solid 3: Substance. Pena a versão que comprei foi a japonesa! Vou ver se eu consigo a americana o mais rápido que puder (achou que eu não tinha gostado do jogo? Só não joguei direito! Eu quero a versão em inglês!). Os outros dois jogos que comprei inicialmente (já que vou comprar muitos outros pela frente!) foram:

Wining Eleven 10 - Também achei que era uma versão japonesa, mas vi que é uma versão brasileira. Não sei o que eles arrumaram pra traduzir, mas ficou legalzinho. Comprei o game pro meu irmão.

Final Fantasy 12 - Apenas uma palavra: impressionante. Acho que só o Splinter Cell que chega ao nível deste jogo (e olha que eu ainda não joguei os outros Splinter Cells e Metal Gear, e tenho certeza que quando eu jogar o Metal Gear 2 (ou mesmo o 3), aí eu posso acabar jogando o melhor game da minha vida. Mas o Final Fantasy XII é um jogão! Apesar de que eu só joguei cerca de 1 hora e meia de jogo (e isso é o começo do começo) tem muito chão pela frente. Graficamente, o jogo é impecável (pelo menos eu fiquei satisfeito). Não é nenhum Gears of War (apesar de que estou louco pra jogar o game da Epic e ver seus gráficos!), mas para o que eu jogava antes (quando eu tinha um Playstation) é uma evolução tremenda! A versão que peguei, felizmente, é a americana (tive medo de pegar a versão em japonês na época e ter que devolver o game, mesmo eu encontrando detonados pela internet). Muitos diálogos falados e normais, muita coisa pra se explorar, e muita coisa pra entender. Como eu gostaria de ter fluência em inglês para entender tudo! Muitos diálogos são impossíveis de se traduzir rapidamente, e isso pode ser um ótimo teste para treinar o inglês. Fora que a vontade de copiar todos (eu disse todos!) os diálogos e sair por aí traduzindo (com um dicionário, tradutor, etc etc) é enorme! Pelo menos com a versão americana poderei ter uma experiência maior. Além da dificuldade do jogo, que é bem maior que em outros Final Fantasy (tente enfrentar o TRex (Wind Saurian) no início do game e sair vivo…).

A primeira cidade foi Rabanastre, e esta cidade me lembrou muito o Final Fantasy IX onde muitos seres de diferentes raças habitam e convivem com os humanos comuns (diferente do Final Fantasy VIII, que era mais realista neste ponto). Fora que uma desvantagem que achei foi por não poder conversar com todo mundo! Mas a população inicial eu achei enorme (tudo bem que não é uma cidade comum e tals, mas isso pouco importa), fora os cenários, que achei gigantescos!

Falando novamente dos gráficos, as texturas e personagens estão muito bons. Mas os cenários dão um show a parte, e tem também a câmera, que eu posso movimentar para onde eu quiser! É uma experiência diferente dos RPGs clássicos do Playstation (que foram os últimos que joguei), que tinham apenas uma câmera e os cenários estáticos (mas ainda assim bonitos). É claro que as vezes a câmera atrapalha, mas você vai acabar se acostumando. Fora o reaprendizado que tive ao manejar um joystick, pois só tava acostumado a jogar com um teclado e mouse (Splinter Cell). Recomendo o game!