Posts tagged Projetos Pessoais

A ratoeira

Como eu andei atualizando o meu portfólio de desenhos, agora tenho de atualizar o meu portfólio 3D, que é bem mais pobre do que o outro, já que faz tempo que não mexo com modelagem 3D. O deste post é sobre o projeto A Ratoeira, um restaurante 3D que montei alguns anos atrás no Blender.

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O Resgate de Jade – Iniciando a construção do Game Design

Começou o maior desafio do ano pra mim. A criação do meu primeiro game design, que vai servir tanto para fins de portfólio quanto para me ajudar e para estudar:

O Resgate de Jade – Game Design

Por enquanto tem só o índice, mas já é alguma coisa. A estrutura estou usando a do usuário xMetal da UniDev, que já publicou no fórum e coloquei num tópico com muitos links relacionados.

A única coisa certa é que o mesmo será alterado constantemente. Preferi ir fazendo direto do que ir postando posts com detalhes do jogo. Então vou publicar tudo na forma de páginas e ir postando o andamento aqui. Por enquanto já utilizei 30 minutos do meu tempo para ir digitando e irei cronometrar todas as vezes, para ver depois quanto tempo eu levei para criar algo assim.

Me desejem sorte! Ah, se tiverem dicas para deixar o projeto melhor, com certeza posso usar as mesmas.

O Resgate de Jade – Primeiros detalhes

Hora de começar pra valer o desenvolvimento deste projeto, que acabou estacionado por outros motivos. No primeiro post teve uma pequena introdução, citando o enredo e alguns detalhes. Neste terá um apanhado geral deste projeto.

Primeiro que o objetivo é criar um tech demo. Um teste para mostrar a possíveis empregadores a minha capacidade em criar games. Apesar de que eu poderia criar games simples, decidi fazer algo mais difícil, ao mesmo tempo mais simples, para tal. Por isso este jogo poderá ter no máximo umas 4 a 7 horas de duração.

Curto? Com certeza, mas fazer um game curto em 3D vai demorar meses. Primeiro que vou desenvolver o game design e ir montando os cenários no Blender. Já tenho o jogo inteiro na mente e vou postar aqui todo o andamento da criação, desde a postagem de concept-arts, game design, até mesmo o processo de modelagem e programação.

O game se dividirá em 4 etapas: início, mostrando os detalhes básicos (como mostrar o enredo), desenvolvimento (onde o personagem irá efetivamente em campo, divididos em 2 cenários) e conclusão, onde ele irá resgatar as duas reféns (isso mesmo: DUAS. Diferente do que afirmei no post anterior terá mais uma, mas não quer dizer que quis colocar depois que aquele post foi criado. Eu omiti propositadamente esta informação!) e sairá da base, encontrando-se no meio do caminho com o estagiário Hauzard, que fará parte do grupo terrorista. Então isso acontece antes da história onde o Rodrigo Flausino (meu alter ego no universo) está sendo caçado. Em breve também criarei a timeline do universo para vocês ficarem por dentro.

Toda a sipnose do game irá ser postada no próximo texto. Por hora, teremos cerca de 5 cenários: Base no Brasil (onde o personagem principal saberá da missão), a base francesa (onde ele saberá mais detalhes e primeiro cenário onde o jogador poderá se movimentar), uma floresta (similar a Metal Gear Solid 3, onde o jogador jogará efetivamente contra inimigos e armadilhas do cenário), base terrorista (onde o elemento furtividade entrará com tudo, até ele achar as reféns. Estilo Splinter Cell) e a base final, mostrando o final feliz da estória.

Nenhum desses cenários está planejado com plantas-baixa, mas isso será providenciado durante a criação do game design. Também farei extensas pesquisas de armamento militar, layout de bases de guerra, etc.

No próximo post terá a sipnose completa do jogo. E no seguinte, o storyboard da cena de abertura!

A esfera Cristalina, o oceano subterrâneo e a serpente marinha

Um homem chega agonizando na taverna da cidade litorânea de Lilith, uma das maiores cidades do plano de Enúria. Ele estava num dos locais mais misteriosos e perigosos do plano: A Esfera Cristalina. Uma esfera de cristal que, segundo relatos do cara, fica dentro de Reux, uma cadeia de montanhas que ninguém consegue trespassar por terra ou ar, por causa dos perigos do local. Para ir ao outro lado, somente contornando a enorme cadeia de montanhas, o que pode levar meses se ir andando.

Ele continuou: fomos para Reux (de dangereux – perigoso em francês) atrás de um felino raro que estava sendo oferecido como recompensa, e entramos numa caverna muito comprida. Tínhamos mantimentos para 1 mês de exploração, mas parecia que o caminho não tinha fim. Depois de 4 dias caminhando a esmo em linha reta chegamos a uma área que não consigo descrever. Um elfo, que estava com nós, nos disse que tínhamos chegado ao Plasma Envin, o Oceano Subterrâneo do continente de Elvin.

Ficamos vários minutos apreciando aquela visão espetacular, até percebermos que existia um ponto luminoso brilhante no meio do mar. O mesmo cara tinha dito que era a Esfera Cristalina. Um lugar de onde ninguém volta vivo. Um país inteiro protegido por uma redoma de cristal e com criaturas poderosíssimas e que apenas quem tivesse realmente coragem conseguiria andar por ali.

Foi aí que escutamos um barulho ensurdecedor vindo do oceano, até vermos uma enorme serpente marinha saindo de lá, olhando para a gente. Eu fui o primeiro a correr, mas era tarde: ela foi na minha direção e arremessou sua cabeça na minha barriga, me arremessando longe. Apaguei e quando acordei vi quase todos os meus amigos mortos, exceto o elfo, que tinha sumido.

Conjurei uma espada e fui embora, já prevendo possíveis perigos do meu caminho de volta. No caminho para fora da caverna, me deparei com muitos lobos negros (variação dos lobos sombrios da Floresta das Sombras), o que me fez perder tempo e acabei me ferindo gravemente com isso. Consegui chegar até aqui, mas temo por qualquer um que queira se aventurar por aqueles lados.

*Agradeço ao Dauto pela idéia do nome do oceano!

A criação de Enúria

Enúria é um dos vários planos de Sphere, um universo de fantasia com contrastes medievais e futuristas. A sua criação foi marcada por guerras territoriais entre os seres mais poderosos. Eles se guerrearam para definirem os locais onde eles poderiam se situar para terem suas próprias leis e terem locais onde eles poderiam se reproduzir e viver em paz.

Alguns locais acabaram sendo definidos pelo derramamento de sangue, como a Floresta das Sombras, a Planície Nevada e as duas Regiões da Distorção Temporal, onde Geburd e Nice definiram os seus locais. Também durante esta época foram definidos como seriam as divisões territoriais e marítimas.

Neste momento, as entidades de Sphere definiram as regras deste plano e removeram muitos poderes dos deuses, para que eles pudessem se equiparar e não conseguirem se destruir um ao outro com os poderes normais, cabendo aos deuses usarem seus próprios recursos e evoluírem naturalmente, não podendo mais se guerrearem pessoalmente em guerras. Assim começou o plano e a estória deste plano.

O que está acima é o primeiro esboço do universo de Enúria, que virará um projeto de um mundo de fantasia. Eu já comentei sobre ele no Life Sphere e nos posts El-Gator (o primeiro monstro) e no design Tempus Cathedralis, um dos locais do jogo. Também penso em desenvolver uma estória, sem me preocupar com game design (como se fosse um livro).

Já o Life Sphere estou pensando seriamente em fazer o game, em 2D, usando o RPG Maker como suporte para criação dos cenários. Antes de mais nada tenho de resolver tudo que ainda falta para fazer nos blogs para pegar um projeto de design e seguir, pra valer, para desenvolver um game design completo de um game.

Ameaças, conspirações e um encontro

Este texto é continuação direta de Início de um interrogatório. Leia o outro antes de continuar a lendo este.

Ele então se levanta e vai na direção a ela:

- Seguinte: você ajudaria o seu marido se estivesse lá fora?
- Com certeza! – disse Rachel.
- E se eu a matasse? Sabe que aqui no país terroristas estão sendo condenados à morte!
- Sei disso, mas nem eu e nem meu marido somos terroristas.
- Não é verdade.
- Se você fizer isso, ele irá atrás de você!
- É isso que eu quero. Mas também ele não tem capacidade para me matar.
- Eu duvido!
- Ele também não vai saber me achar!
- Vai acreditando nisso que ele vai te encontrar…
- Acha que ele vai invadir este lugar e te resgatar?
- Creio que não.
- Porquê?
- Porquê estou segura aqui. Lá fora sou um alvo em potencial da conspiração que ferrou com ele.
- Conspiração? Corta essa, Rachel, você acha que teve uma conspiração? Aliás, nem sabemos o motivo dele ter feito isso!
- A gente estava investigando uma possível organização terrorista que teria gente do governo dentro dela. Pessoas importantes. Estávamos quase lá, mas aí aconteceu esse incidente! É claro que eles armaram isso para ganhar tempo e para ferrar com ele. Agora ele não poderá continuar as investigações!
- Disso eu já sabia.
- Claro, deve ter lido o que ele fez nos últimos dias… aliás, dá para ver na cara que você não leu! Não daria tempo, fora que sei que ele andou ocupado.
- É! E sabe o que ele fez? Ele invadiu a softhouse que criou o sistema de acesso para o CSIB. Conseguiu um sistema de login para ele acessar as informações que ele copiou daqui antes de fugir…
- E conseguiu escapar!
- Porquê ele fez isso? – perguntou Isaack.
- Não tenho a menor idéia. Se o que ele carrega for essencial para ele provar a sua inocência, ele fará de tudo!
- Inclusive matar pessoas inocentes!
- Ele não matará pessoas inocentes. Ele é bom!
- Se eu quisesse ajudá-lo a provar a sua inocência, você me ajudaria a chegar até ele?
- Não, pois sabemos que você não fará isso.
- Posso assinar um documento…
- Já tenho experiência suficiente para saber que um documento assinado também não serve para nada! Você estará apenas encenando, e mesmo se tivesse valor legal, vocês iriam fazer isso apenas para se dar bem. Vocês estão na estaca zero, pois se tivessem algum resultado, não estaria aqui conversando comigo.
- Você pode estar mentindo!
- Tem um detector de mentiras poderoso que está analisando a minha voz e está analisando meu cérebro. Se eu menti alguma vez, ajudo vocês a capturar o meu marido!
- Você ajudou a melhorar o aparelho. Deve saber enganar a máquina!
- Eu não faria isso. Nunca deixaria brechas, já que eu fiz isso pro bem desta agência! E nunca preveria que eu fosse para o outro lado. Que virasse uma pessoa investigada.
- Você será levada para uma cela na ala de prisão do edifício. Se quiser ainda colaborar, peça para falar comigo, mas você terá apenas uma chance. Me chamar apenas para sacanear ou para perder o meu tempo vai ser a sua sentença de morte.
- OK. Mas só quero dizer uma coisa antes de você sair!
- Diga!
- Um dos seus comparsas está na tal da conspiração!
- Isto é impossível! Escolhi meus subordinados a dedo!

Ele decide sair da sala e no corredor, entra numa outra sala, onde estava dois agentes e uma das paredes estava uma parede de vidro, mostrando a cela onde esta Rachel.

- E aí!
- Ela não mentiu nenhuma vez! – disse um deles.
- Impossível! Valdir, você tem certeza?
- Sim.
- Poderia usar ela como isca. Tipo, fazer com que uma informação falsa chegue até ele e com isso armar uma emboscada… – disse o outro.
- Fora de cogitação. A agência anda sendo questionada pela sociedade. Eu gosto de trabalhar limpo, e vou fazê-lo.
- Bom vou indo. Quero analisar o conteúdo que ele copiou da softhouse.
- OK!

Ele então sai da sala.

- Não gosto desse cara!
- Ele é competente. Não vejo o porquê da sua desconfiança.
- Ela pode estar certa!
- Impossível! Se isso acontecesse, aí sim estamos bastante vulneráveis. E pelo que andei vendo, o CSIB foi uma agência criada com padrões máximos de segurança pessoal!
- É, mas você, eu, ele e alguns subordinados não somos daqui!
- Conheço ele há muitos anos!
- A gente não conhece bem todas as pessoas a nosso redor!
- Vou embora. Preciso dormir!
- Vai dormir aonde?
- Aluguei um apartamento mobiliado em São José dos Campos.
- E sua esposa e filhos?
- Estão em São Paulo. Melhor que ele não saiba quem são eles…

Isaack então decide ir embora e uma hora depois ele chega no apartamento. Ao entrar, ele repara que a janela estava aberta, e com isso saca sua arma, achando que tem um ladrão na sua casa, mas é rendido:

- Solte sua arma – disse uma voz, apontando a arma para sua cabeça.

Ele a obedece, mas inicia uma conversa.

- Quem diria…o marido de Rachel! O ex-agente federal e ex-diretor do CSIB, Rodrigo Flausino!

Continua…

Bestiário – El-Gator

Comecemos o meu bestiário pessoal, onde tentarei postar, regularmente, idéias de monstros para os meus jogos de RPG. Admito que este não foi o primeiro monstro a ser projetado, mas foi o primeiro que consegui desenhar. E este desenho (na verdade um esboço de 10 minutos) surgiu pior acaso, num momento de ociosidade no meu curso de desenho. Só lembrando que andei folheando o Livro dos Monstros 3.5 (D&D) e que pretendo, futuramente, adaptar este monstro para o sistema D20. E por falar neste sistema, comentarei sobre isso num post futuro. Por enquanto, fiquem com o El-Gator!

Este monstro é da categoria mais fraca de monstros do mundo, que aparece aleatoriamente nas florestas e planícies. O El-Gator sempre aparece junto com monstros um pouco mais fortes, e foge rapidamente quando está sozinho, sendo necessário o jogador matar rapidamente. Ele possui três ataques: um físico, causando pouco dano, e dois mágicos, sendo um deles que pode causar o status da Confusão (Confuse) num dos seus personagens. O outro ele solta a magia Fire (fogo). Ele é vulnerável a ataques físicos e possui uma resistência média a ataques mágicos. Concede pouca experiência e de vez em quando também zomba dos personagens.

O nome foi uma idéia do meu irmão, que associou o rosto do monstrinho a um jacaré (alligator). Aí adaptei o nome!

CSIB – A

Life Sphere – A primeira tentativa de um game

Quando descobri que eu podia ganhar dinheiro com gamedev, a primeira coisa que pensei foi desenvolver um game em Pascal. Hoje acredito que a linguagem não seja ideal para criar um game, mesmo que ele seja simples e em 2D. Uma das alternativas que cogitei foi o RPG Maker, um dos softwares mais conhecidos do mundo indie, e um dos mais limitados. Baixei o XP e depois peguei o 2003, que foi o software que tentei criar o primeiro game real da minha vida. Muito antes de cogitar o CSIB e muito antes de entrar na UniDev e ficar por lá. O projeto, pelo que você leu no título, se chamava Life Sphere, e segue o esboço, na íntegra e sem alterações estruturais, que postei na UniDev alguns anos atrás:

Jack Bester é um adolescente levado e sempre se metia em encrencas na pacata cidade de Landos, um povoado no continente de Enúria. Ele tem uma irmãzinha chamada Andressa, que é muito boazinha e ingênua.

Certo dia, Jack acorda depois de ter um sonho muito estranho, onde ele presenciava uma fuga de uma noiva, bem antes do casamento ser consumado. Jack, a princípio, não entende o sonho. Afinal, sonho é sonho!

No mesmo dia, Jack descobre por acaso uma passagem secreta numa igreja. A passagem termina numa masmorra (uma dungeon). Ele então chama seu fiel amigo Zack, companheiro de aventuras e estripulias, e os dois decidem explorar o novo local.

Dentro da masmorra, Jack acha um local onde há uma esfera brilhante, em cima de um altar. Ao se aproximarem, um homem surge do nada e rouba a esfera, deixando um monstro para Jack lutar.

Durante o embate, um dos padres da igreja descobre que a masmorra fora violada e chama ajuda. O prefeito e o padre vão até a masmorra tentar pegar quem que violou o local.

Jack e Zack derrotam o monstro, e no momento da destruição do mesmo, o padre chega com a “cavalaria”. O padre então acusa Jack de ter roubado e violado a pedra. Jack conta a história, mas ninguém acredita. Um dos guardas revista Jack e Zack, e não encontram nada. Zack, sentindo que pode ser punido, se volta contra Jack e o acusa de ter persuadido ele a vir. E diz que só acompanhava Jack por medo. Zack tinha medo de ser agredido por Jack… O padre acredita em Zack. O prefeito, já cansado das estripulias de Jack, o expulsa da cidade.

Os pais de Jack ficam tristes, e Jack fica triste por causa de Zack, que foi falso o tempo todo para Jack. Os pais de Jack então dão dinheiro e suprimentos para Jack, e começam a perceber que estava na hora de Jack começar a caminhar com as próprias pernas. Jack então decide se fixar na Cidade do Leste, uma cidade que fica no litoral leste de Enúria,e procurar lá um emprego e um local para morar.

Na noite antes do dia da partida de Jack, ele passeia pela cidade e encontra um misterioso homem, que conta a lenda das Life Spheres. As Life Spheres são esferas com altíssimo poder mágico e que podem conter conhecimentos além da imaginação. Jack fica fascinado com a história, e vai embora descansar. Depois ele não dá muita bola pelas tais esferas.

No dia seguinte, Jack decide seguir viagem, e para chegar na Cidade do Leste, ele deve passar pela Estrada da Via Segura, uma estrada controlada pelo governador e que tem que pagar pedágio para usar ela. Seus pais compram uma passagem pela estrada, e Jack decide seguir viagem. Ele se despede dos pais e vai embora. No caminho, é assaltado por ladrões mais poderosos que ele, e ele perde a passagem. A única alternativa de Jack é a Caverna Flamejante. Um lugar perigoso e com um monstro milenar em seu interior. O Deus do Fogo!

Hoje, se eu fosse redesenvolver o projeto, mesmo em 2D, não usaria o RPG Maker. Na época eu achei um pouco limitado, e não sei como está a nova versão do mesmo, mas não irei baixá-la por enquanto. Hoje sou um programador experiente, e vou desenvolver meus games numa linguagem de verdade, e não num software desse tipo. Nada contra quem usa, mas quem usa C++, Java ou outras linguagens mais poderosas, fica mais fácil e tem mais flexibilidade, além da re-usabilidade de código e da possível escalabilidade (arte de aumentar seu game sem precisar reescrever códigos antigos) do seu game. Obviamente eu criaria o game design primeiro, já que com o jogo planejado o desenvolvimento teria um fluxo maior.

Quanto à história em si, eu vou aproveitar parte do Life Sphere para desenvolver o meu futuro sistema de RPG (que to pensando seriamente em transformar num game design de um MMORPG ou de vários games curtos, dentro do mesmo universo. Mas estou estudando isso ainda). No projeto, eu tinha chamado o continente inicial de Enúria. Não me pergunte o motivo de eu ter batizado assim, pois eu não lembro, mas um dos mundos do sistema que posso criar se chamará Enúria. Já o cara que ataca o Jack eu decidi transformar num manipulador de espécies (e por isso me veio aquela idéia e postei ela antes deste post).

Já as referências, isso está bem explícito: Final Fantasy. Principalmente as versões VIII e IX, onde tem uma caverna de fogo no VIII e no IX uma de gelo. O Deus do Fogo seria algo parecido com o Ifrit:

Ifrit (Artwork de Final Fantasy VIII). Fonte: Final Fantasy Compendium

Obviamente hoje eu não faria desse jeito, já que estou violando os direitos autorais da Square, mas nada me impede de desenvolver um monstro de fogo ou mesmo um ser humano com poderes flamejantes.

Nesse game eu consegui desenvolver praticamente o mapa inteiro do continente e algumas locações no RPG Maker! Sim, segue screenshots do projeto, o único projeto de gamedev que consegui fazer algo mais do que apenas esboços e idéias:

Desenvolvimento

Jogo

De qualquer jeito, se eu decidir voltar a este projeto, estou pensando em usar um sistema de capítulos, e assim dá para ir desenvolvendo aos poucos. De qualquer jeito o nome Enúria será re-criado e vou começar com o meu bestiário pessoal, onde postarei com regularidade uma série de monstros que posso usar em meus projetos de jogos de RPG.